Recursos destinados por vereadora Margarete propiciam instalação de placas informativas em SAP

Em 2013, a gestão da vereadora Margarete Pereira (PP) na Presidência da Câmara de Vereadores de Santo Antônio da Patrulha, ficou marcada pela responsabilidade no uso do dinheiro público. Devido a essa boa administração dos recursos houve sobra de valores no orçamento do Legislativo Municipal. Essa verba foi dividida entre os vereadores para que eles a indicassem para ser utilizada em para obras, instituições e projetos de governo, num máximo de R$ 25 mil por vereador. Uma das destinações que Margarete deu foi para a instalação de placas informativas sinalizando pontos turísticos da cidade e órgãos públicos. No final do mês de janeiro, a vereadora viu seu pedido se tornar realidade.

Placas indicativas foram instaladas nos seguintes pontos: Restaurante Casa DaColônia, Correios, Bradesco, Bar Turista, Centro de Informações Turísticas, Xis Beleza, Parque da Guarda, Fórum e Avenida Borges de Medeiros. “Estas placas ajudarão muito aos turistas que frequentam nossa cidade em número cada vez maior. Os locais onde as placas foram colocadas são estratégicos e certamente proporcionarão um aumento significativo no número de visitantes nos pontos turísticos de Santo Antônio”, destaca Margarete.

Protocolo Digital
Ao final de 2014, foi aprovada uma resolução que cria o Protocolo Digital na Câmara de Vereadores. O projeto foi uma iniciativa da vereadora Margarete. A partir de 2015, todo e qualquer documento que tramite no Legislativo é protocolado por mecanismos de arquivo digital. Proposições Parlamentares, Pedidos de Informações, Pedidos de Providências, Ofícios, Memorandos Internos etc, serão todos abrangidos pela medida.

“É uma preocupação ambiental. Milhares de árvores são derrubadas com frequência para a produção de papel. E quanto menos árvores, maiores os efeitos no meio ambiente, como, por exemplo, o efeito estufa, que vem tornando o planeta mais quente a cada ano que passa. Sem contar que, anualmente, uma quantidade assustadora de papel simplesmente é jogada fora. Apenas em 2014, a Câmara utilizou um valor aproximado de 100 mil folhas de papel. Com a aplicação desta resolução, à impressão de documentos será diminuída de forma drástica, evitando esse uso exagerado, combatendo o desperdício e ainda economizando recursos”, explica Margarete.