Samuka e André buscam ações de combate ao abigeato

O grande número de ocorrências ligadas ao crime de abigeato e os poucos casos solucionados foram os principais motivos que levaram o vereador proponente Samuel Souza (PTB) e o presidente da Câmara de Vereadores André Selistre (PP), a protocolarem o Requerimento nº 219/2022, solicitando, ao prefeito Municipal Rodrigo Massulo, uma reunião urgente com a Brigada Militar, Polícia Civil e moradores das regiões atingidas.

Conforme explicou André, a intenção é debater sobre a problemática e obter esclarecimentos referente às possíveis ações que poderão ser desenvolvidas juntamente com a Polícia Civil e Brigada Militar. Os vereadores almejam que o Sindicato Rural e o Sindicato dos Trabalhadores Rurais de Santo Antônio da Patrulha também participem destas ações.

O abigeato, além de causar grandes prejuízos aos produtores, também coloca em risco quem consome esse tipo de carne. A crueldade com que os animais são abatidos nas propriedades também é outro ponto que reforça a necessidade de debater o assunto e encontrar maneiras de combater de forma mais severa esse crime que tem acometido o município de Santo Antônio, a região do Litoral e o Estado.

O requerimento foi aprovado por unanimidade, na 8ª Reunião Ordinária da Câmara de Vereadores. O encontro deve ocorrer na próxima sexta-feira, dia 01 de abril, às 14 horas, no gabinete do prefeito Municipal.

Samuka destacou a importância da mobilização para buscarem medidas de prevenção e combate ao abigeato, que vem aterrorizando o campo. Ainda lembra que é importante o produtor prevenir e acima de tudo levar ao conhecimento das autoridades policiais as ocorrências, e não omitir a informação de fatos acontecidos em suas propriedades.

O presidente da Câmara de Vereadores, André Selistre, destacou que o maior número de roubos de gado, e também de cargas, é registrado em locais com dificuldade de comunicação, especialmente telefonia e internet. Uma alternativa para tentar monitorar a área rural seria a instalação de câmeras nos pontos de acesso aos bairros interioranos. Isso, em última instância, possibilitaria que a polícia identificasse quem trafegou naquele trecho no horário ou dia do furto.