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segundas-feiras, às 16 horas.
Vieira sugere que utilizem carros de som, no interior, para que toda a população seja incentivada a completar o esquema de imunização
Vieira sugere que utilizem carros de som, no interior, para que toda a população seja incentivada a completar o esquema de imunização

O uso de um carro de som percorrendo o interior do município de Santo Antônio e campanhas mais diretas nas rádios existentes no município, fazem parte da estratégia de conscientização da população para o controle da pandemia e incentivo à vacinação. A comunicação é uma ferramenta importante para a propagação de informações relevantes.

Com o número assustador de casos da doença no Litoral Norte Gaúcho, e, principalmente na cidade de Santo Antônio da Patrulha, o vereador do MDB, Vieira Dias, voltou a cobrar na tribuna, na última quinta-feira (28), na 39ª Reunião Ordinária da Câmara de Vereadores. A Indicação nº 241/2021 foi aprovada por todos os vereadores(a). O objetivo é direcionar mensagens às pessoas que não retornaram para receber a segunda dose e, por isso, não completaram o esquema de imunização.

Dados apresentados mostram, por exemplo, que uma parcela dos idosos não retornou a dose de reforço e estão com o prazo vencido, o que preocupa o vereador peemedebista.

“Precisamos orientar melhor em relação à vacina, para que as pessoas que enfrentam problemas de cadastro e dificuldade de acesso à internet possam ter acesso à mesma”, explica o vereador.

A busca ativa realizada pelas prefeituras, em diversos Estados, é a principal ferramenta para reduzir o índice de faltas em campanhas de vacinação. Encontrar, convencer e conseguir vacinar os faltosos se torna prioridade conforme a imunização geral avança. O risco do espalhamento da variante Delta, mais transmissível, também preocupa.

Vieira ainda defende: “Os carros de som são importantes no processo de levar informação aos locais mais distantes da cidade. Espaços onde muitas vezes a população não tem muito acesso à informação e, neste momento, fazemos o nosso papel que é o de conscientizar os cidadãos sobre a pandemia em nossa cidade”.

Medo de reação vacinal, desinformação sobre a necessidade do reforço e fatores sociais, como falta de horário por causa do trabalho, são outros motivos citados para que as pessoas deixem de comparecer. E há situações em que as pessoas acabam infectadas e, portanto, têm de adiar o reforço, ou estão acamadas.

Detalhes

Escrito por: Claudio Franken - Assessoria de Imprensa
Categoria: Notícias
Postado: 03/11/2021
Atualização: 03/11/2021
Acessos: 184

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